CAPITÃO FANTÁSTICO

Este fim-de-semana alugámos no MEO (modernices…antigamente íamos ao videoclube e tínhamos um cartão de sócios, conhecíamos as prateleiras de cor….) “Capitão Fantástico” (2016).

Um filme baseado num tema que nos desperta muita curosidade –  pessoas que procuram viver de forma mais natural e próxima da natureza possível, abandonando as comodidades da vida moderna, educando e procurando viver simples, rente ao essencial, longe da sociedade de consumo.

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O filme conta a história de uma família “off the grid”* que por causa de uma tragédia é forçada a reconectar-se com a sociedade. Com assinatura do actor e realizador Matt Ross (“28 Hotel Rooms”), “Capitão Fantástico” foi apresentado no Festival de Cinema de Cannes onde, para além de receber uma ovação de pé, conquistou o prémio de realização na secção “Un Certain Regard”.

Foi um ótimo programa familiar no sofá da nossa casa.
A nós os dois deixou-nos a pensar no que é a educação certa e a educação errada e se estaremos a fazer o mais correto com os nossos filhos. Se é que existe isso do certo e errado?!…e foi um bom pretexto para falarmos da morte de forma menos pesada. E de treinarmos a compaixão.Esta cena é fantástica: Sweet Child O’ Mine Scene…

Ben Cash (Viggo Mortensen)  é um pai que, nas florestas selvagens do Pacífico Norte, dedica sua vida a educar e transformar seus seis filhos em adultos extraordinários. Mas, eles são forçados a deixar seu paraíso (onde vivem há 10 anos) e iniciar uma jornada pelo mundo exterior – um mundo que desafia a ideia do que realmente é ser pai e traz à tona tudo o que ele os ensinou.

Em “Capitão Fantástico”, Viggo Mortensen faz o pai de uma família pouco usual. Ele e os seis filhos vivem há mais de uma década em isolamento numa floresta, comendo o que caçam, plantando os próprios alimentos, lendo, fazendo exercícios físicos e celebrando o aniversário de Noam Chomsky. Ben, o personagem de Mortensen, rejeita o consumismo e quer proteger sua família da sociedade moderna.

OFF THE GRID – modo de vida de pessoas que decidiram largar “o que a maioria considera como normal para viver uma vida isolada e desconetada do ideal cultural dos grandes centros urbanos.

Um pensamento em “CAPITÃO FANTÁSTICO”

  1. Para mim é o filme do ano por nos levar a pensar mais além, por nos ajudar a descomplicar a complexidade dos dias e das temáticas e por ser tão estrondosamente puro. A cena que destacaste foi a cena que me levou às lágrimas de uma forma tão perfeitamente bela! 🙂 Que mais pessoas possam se conectar tão alto como nós já conseguimos. Um beijinho

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