5 FILMES PARA PENSAR

No mês que passou aproveitámos os dias mais livres e longos, passados em casinha, para programas calmos de lareira e filmes. Não andamos nada atualizados em matéria de sétima arte, quer das estreias do mainstream quer das pequenas pérolas que algum cinema independente vai produzindo com enorme dificuldade.O último filme que nos levou ao cinema foi “A viagem de Arlo” com os mais novos.

Foi uma mão cheia de filmes que nos encheram as medidas, até porque, sem ser premeditado limitámos-nos a procurar no que tínhamos disponível no pack lá de casa e foi curioso constatar agora que houve coincidências nas nossas escolas, essencialmente nos temas subjacentes a alguns: a resiliência, a coragem e a sobrevivência. Foram sobretudo momentos bons que nos levaram de pensamento em reflexão. Pensar no valor da vida, nas história(s) que se repete(m) horrivelmente com outros contornos e sob outros regimes, na beleza da singularidade de cada ser humano e na sua enorme capacidade de sobrevivência que há em nós e que desconhecemos…

Un resume

Esta semana vimos “Rumo à Liberdade” ( The Way Back, 2010),  um filme da National Geographic, realizado por Peter Weir baseado numa história verídica, que narra a fuga de um grupo de prisioneiros de um gulag (um campo de trabalhos forçados) na Sibéria, durante a II Guerra Mundial, numa caminhada épica até à Índia (mais de 6500 km) em busca da liberdade. Uma história de resiliência, coragem e sobrevivência humana. Passando por paisagens maravilhosas, este grupo atravessa a Rússia, a Mongólia, o Tibete até à Índia.
Junusz (Jim Sturgess), Mr Smith (Ed Harris) & Irena (Saoirse Ronan)

Junusz (Jim Sturgess), Mr Smith (Ed Harris) & Irena (Saoirse Ronan)

Ainda sobre o tema da Segunda Guerra Mundial. Assistimos ao filme A Chave de Sarah (Sarah’s Keys, 2010), baseado no best seller de Tatiana De Rosnay, e realizado por Gilles Paquet-Brenner. O filme conta a história de Julia Jarmond, uma jornalista americana que é designada para cobrir as comemorações do 60º aniversário do Vel d’Hiv na França. Ao apurar os fatos ocorridos, a jornalista conhece o drama de uma família judia que viveu em 1942 e decide descobrir o destino deles – e a história de Sarah, a única sobrevivente da família, é revelada. Paralelamente a isso, cerca de 60 anos depois, Julia descobre que a família Starzynski vivia na mesma casa onde ela mora atualmente, e que suas história estão muito mais ligadas do que ela poderia imaginar.sarahs

Na altura do Natal vimos Invictus, realizado por Clint Eastwood (2009) com Morgan Freeman e Matt Damon. A história é baseada no livro de John Carlin “Conquistando o Inimigo” (em inglês: Playing the Enemy: Nelson Mandela) e o jogo que fez uma Nação sobre os eventos na África do Sul antes e durante o Campeontado do Mundo de Rugby de 1995, organizada no país após o desmantelamento do apartheid. Freeman e Damon são, respectivamente, o presidente sul-africano Nelson Mandela e François Pienaar, o capitão da equipa de rugby union sul africano, os Springboks.
Invictus foi lançado nos Estados Unidos em 11 de dezembro de 2009. O título Invictus pode ser traduzido do latim como “invicto”, e é o título de um poema de poeta inglês William Ernest Henley.
A reter algumas lições (cujas citações já conhecíamos) com o nosso pequeno Salvador: “O perdão liberta a alma, ele afugenta o medo. Por isso é uma arma tão poderosa.“Sou dono do meu destino, sou capitão da minha alma.invictus_clint_1

Vimos também dois filmes portugueses: A Gaiola Dourada, dirigido por Ruben Alves e Os gatos não têm vertigens, do realizador António-Pedro Vasconcelos. Ambos de 214.
Os Gatos não têm Vertigens é uma história de vida de um adolescente, que tem como pano de fundo e de forma absolutamente transversal, a questão da crise. Não é uma crise generalizada, é mesmo esta que os portugueses e as famílias vivem e sofrem, também no plano intergeracional. A música “Clandestinos do amor” de Ana Moura, ainda me anda nos ouvidos…linda.gatos

A Gaiola Dourada (título original em francês: La cage dorée) é um filme francês de comédia, escrito e realizado pelo luso-francês Ruben Alves, que retrata a comunidade de emigrantes portugueses radicados em França. O filme estreou em França a 24 de abril de 2013, tendo estado 22 semanas em exibição e alcançado os 1 228 950 espectadores.[1] Já em Portugal foi estreado no dia 1 de agosto de 2013, tendo alcançado a posição de filme mais visto do ano com 755 227 espectadores e 3 881 917,07 € de receita bruta.[2] [3]

gaiola

Informações retiradas da wikipedia, forum cinema, cine cartaz e sites oficiais.

FAZ

violenciaBenaventeA partir dos 3 posters que trouxemos de Serralves, aquando da nossa visita à exposição Como (…) coisas que não existem – uma exposição a partir da 31ª Bienal de São Paulo. Os mesmos integram a instalação  ” Violência” de Juan Carlos Romero, que expõe o regime militar da Argentina. Um monte deles estava disponível no chão, junto à instalação, talvez para nos provocar, enquanto público…pois nós trouxemos 3 enroladinhos e assim ficaram enquanto andei a amadurecer a ideia do que poderia fazer com eles. Ontem senti que os rolinhos chamavam por mim.
O resultado foi uma renovação no aspeto da parede da cozinha. Agora com uma instalação nossa contra a violência. FAZ é composta por 5 telas forradas com os posters onde acrescentámos o nosso protesto em frases escritas a carimbo. Faz pontes, faz amigos, faz a paz, faz amor.
FAZ  – uma parede de imperativos diários para qualquer um de nós lá de casa.

“Quando se propõe a criar, Juan tem em mente que a obra só terá o seu ciclo completo quando o espectador interferir nela. Para tanto, ele cria desafios semânticos, utilizando a palavra como punho de força extrema e que dobra a ótica do espectador a uma leitura diferente. Pode não ser confortável, esse esporro mental. Mas o desconforto leva a reflexão.”

Assim FIZEMOS.
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Nesta instalação “Juan Carlos Romero não poupa a violência. É violento com a a grafia e imprime num murro letras negras contra o papel; é violento com a literatura e com a mídia, mordendo-as, arrancando pedaços e cuspindo-as em suas instalações. É violento com o espectador, obrigando-o a decifrar, a ler de um modo que o pescoço doa. Por fim, é de uma violência amarga contra a violência e enxerga-a como fenômeno chave para compreensão da história latino-americana. Juan Carlos Romero é a mandíbula que se fecha bruta.
A hiper textualização carnal na obra de Juan Carlos Romero é fruto de um entendimento da arte como resposta ao meio em que ela nasce. Quando o artista argentino fala sobre a violência, sua banalização e presença massiva, ele fala de uma América Latina que tem esse estigma de sangue e de revolução suprimidas com brutalidade.
Quando se propõe a criar, Juan tem em mente que a obra só terá o seu ciclo completo quando o espectador interferir nela. Para tanto, ele cria desafios semânticos, utilizando a palavra como punho de força extrema e que dobra a ótica do espectador a uma leitura diferente. Pode não ser confortável, esse esporro mental. Mas o desconforto leva a reflexão.
Na obra Violência,apresentada na 31ª Bienal de São Paulo, ele construiu uma instalação em três setores: No primeiro, ele cola no chão e no teto, pulveriza, a palavra violência escrita grande em postêres. Na segunda parte, ele aglutina fragmentos de diversos autores que falaram sobre violência. Já no terceiro, notícias sobre repressão policial foram espalhadas com carimbos da palavra violência. A obra nasceu em 1973, período turbulento do regime militar na Argentina
Morde, abocanha, conceitualiza, extravia um olhar, o ensina. O ensaísta e militante Frantz Fanon acreditava na violência do oprimido como resposta a violência do opressor. Juan Carlos Romero transforma a violência em arte gráfica, que não tem menos força do que um tapa desferido na cara ou que o ardido nos olhos depois de um soco.

Artigo retirado DAQUI.

Passado, presente & futuro

chuck
Família & trabalho.
Críticas & elogios.
Sabrinas & salto alto.
Amigos & conhecidos.
Chegadas & partidas.
Ordens & pedidos.
Por favor & obrigada.
Conjugações do 1º fim-de-semana de abril, na Terra dos Que Vivem Aqui, em modo YELLOW!
O sol brilhou. A florista escolheu girassóis, o Nuno distribuiu bilhetes, as colegas colaboraram de forma profissional, eu reencontrei alguns olhares cúmplices, o pai e os avós tomaram conta dos filhos e a D.ª Lurdes ficou perplexa.
Cumprimos horários e correu tudo de acordo com alinhamento. Agora VEM A MELHOR PARTE, continuar a arregaçar mangas e frio na barriga a cada abrir de portas: a festa, as pessoas, a música, o teatro, as exposições, os ensaios, os imprevistos, os serões, as descobertas, as emoções…A ARTE e com ela a A INQUIETAÇÃO [ vale mesmo a pena ouvir: Camané canta o poema do José Mário Branco, com música de Dead Combo]!ChavesSalomaoartistaensaiosSebastiaoreiLimpezas
foralgirassoiscaminhaemfrentefinalmentesol
“(…) Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda.”
Inquietação, José Mario Branco

QA’rte

 Abre portas, este fim-de-semana, em Oliveira do Bairro, o Quartel das Artes Dr. Alípio Sol. Com ele, além das novas portas e janelas, novos mundos e tantas novas possibilidades à NOSSA disposição. E por falar em possibilidades: no próximo fim-de-semana há MOB no QA. A grande FESTA DA MÚSICA E DOS MÚSICOS do concelho, um momento privilegiado para apreciar o que é nosso e BOM!
QAImagem do antigo Quartel dos Bombeiros de Oliveira do Bairro | Set. 2011″Somente pela arte podemos sair de nós mesmos, saber o que um outro vê desse universo que não é o mesmo que o nosso e cujas paisagens permaneceriam tão desconhecidas para nós quanto as que podem existir na lua. Graças à arte, em vez de ver um único mundo, o nosso, vemo-lo multiplicar-se, e quantos artistas originais existem tantos mundos teremos à nossa disposição, mais diferentes uns dos outros do que aqueles que rolam no infinito e, muitos séculos após se ter extinguido o foco do qual emanavam, chamasse ele Rembrandt ou Ver Meer, ainda nos enviam o seu raio especial” ”
{Excerto de Marcel Proust, in ‘O Tempo Reencontrado’}
QAImagem do Quartel das Artes Dr. Alípio Sol | abril 2014

 

FALAR DA MORTE

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Este sábado à tarde distribuímos-nos: o Sebastião acompanhou o Pedro numa atividade desportiva em SJM e eu fui com o Salvador ao teatro. O Salomão teve a sorte digna de um rei, ao cuidado dos avós e das tias, com direito a trono de puff com lareira. Foi retomar um exercício frequente dos quatro anos em que só tínhamos os dois SS’s: dedicarmos um espaço e um tempo a cada um, longe das interrupções constantes do outro.  Há muito tempo que não nos separávamos um sábado à tarde e nem imaginam como soube bem não ter de responder a 3 meninos em simultâneo e conseguir tomar um café tranquilo com o meu Conselheiro Cultural para Crianças. Lucky me!
E depois do “Incrível Sonho do Rapaz de Bicicleta”, a que assistimos em dezembro no CETA, desta vez fomos a Ílhavo, ao CCI, cruzar a nossa tarde com “A Caminhada dos Elefantes”, uma peça de teatro para crianças que os adultos deviam ver. Apesar da proibição, no início da peça de não se pronunciar nem “morte”, nem “morto”, nem “morrer”, a morte vai estar sempre a aparecer, claro. Esta é uma peça sobre a morte.
E foi um caminho intenso e sentido, ao sabor de uma história verídica e bonita, contada de forma encantadora [espreitem o vídeo]. Nós gostámos muito, foi sem dúvida uma tarde especial pela experiência estética que partilhámos e pela reflexão que despoletou. Partilhamos da ideia de que é necessário que pais e filhos, independentemente da sua idade, dialoguem sobre a existência e a perda.
Se por acaso esta Caminhada passar perto da vossa casa, não deixem de ir ver! Entretanto, partilho o link para um trabalho publicado recentemente no Público sobre todo a pesquisa que está por detrás dest’A Caminhada dos Elefantes de Miguel Fragata e Inês Barahona. Um trabalho fantástico!

sabadofevereiro2.jpgInês Barahona e Miguel Fragata decidiram criar um espectáculo que “descomplicasse” o tema da morte. A Caminhada tem por base uma história real: a aventura de Lawrence Anthony, um sul-africano que dedicou a vida à salvação de elefantes, conseguindo levar para a sua reserva uma manada alegadamente agressiva e condenada à morte. No momento em que Lawrence sucumbiu a um ataque cardíaco, a vários milhares de quilómetros da reserva, os elefantes dirigiram-se a sua casa e ali permaneceram durante dois dias e duas noites, de um lado para o outro, numa espécie de ritual de homenagem ao homem que os salvara”.
Depois de terem passado meses a falar com mais de 200 miúdos, Inês e Miguel não têm dúvidas: “De norte a sul, as crianças percebem que a morte de alguém é um assunto de que não se fala. E muitas sabem muito bem que estão a ser enganadas. Perguntámos às crianças por que é que isso acontecia e se elas preferiam ser enganadas. E a resposta, na maior parte dos casos, pode resumir-se assim: elas dizem que precisam do tempo de ser enganadas, para poderem resolver as suas questões, para, depois, quando lhes disserem a verdade, já estarem muito bem. Porque o que elas sentem é que não têm espaço para estar tristes, porque os adultos ficam muito aflitos com isso.”

1#IDEIAS GENIAIS

PAY WITH YOUR TALENT

Sing a song. Tell a joke. Do whatever. Use creativity instead of money. Here, in this little corner shop of anarchy, the value is all in you.

Um português, Daniel Soares, e um brasileiro, Pedro Sampaio, desafiam as pessoas a pensar como seria o mundo sem dinheiro e onde as trocas seriam feitas com o talento de cada um. A explicação está no The Merit ShopO The Merit Shop é um projeto de arte colaborativo onde se trocam bens pelo talento. Em vez de se pagar com dinheiro, paga-se com talento. Para participar basta fazer o upload do que se pretende no YouTube ou no Instagram e enviar o link para o site e aguardar um resposta.

 
Em 2012, Daniel Soares tornou-se no primeiro português a ganhar um Grande Prémio no Cannes Lions, quando era junior art director na Jung von Matt. Esta agência alemã conquistou um dos dois prémios na categoria de outdoor com uma campanha para a Mercedes. Daniel Soares é natural de Aveiro, mas passou parte da juventude na Alemanha. Regressou à sua terra natal para estudar na universidade, tendo também passado pela Lisboa ad school.

informação retirada daqui.

OUTRORA FÁBRICA, AGORA CREATIVE FACTORY

Olivabazar.jpgAproveitando as instalações da antiga metalúrgica, o município de São João da Madeira está a dar vida a um projecto de incentivo às indústrias culturais e aos negócios criativos. Em 1925, António José Pinto de Oliveira fundou a empresa Oliveira, Filhos & Cª. Ldª dedicando-se a criar um verdadeiro Império do Ferro que produziu os mais diversos produtos metalúrgicos, dos quais são bastante conhecidas as máquinas de costura e as banheiras, entre muitos outros que ali se produziam. A empresa tornou-se verdadeiramente conhecida, em Portugal e no estrangeiro, através da máquina de costura OLIVA e de um arrojado plano de comercialização através do qual foram criados centenas de pontos de venda no País e nas ex-colónias portuguesas, todos eles devidamente sinalizados com grandes e luminosos reclamos publicitários da marca.
O Município olhou para as antigas instalações da histórica metalúrgica Oliva como um desafio. E identificou uma enorme oportunidade de desenvolvimento nesse espaço em ruína que, então, constituía um problema por resolver no centro da cidade. Assim nasceu a ideia de reabilitar estas antigas instalações, valorizando toda a área em termos urbanísticos e ambientais. Deste modo ficou preparada para acolher a Oliva Creative Factory, um projeto inovador e de qualidade internacional, vocacionado para maximizar o potencial individual, social e empresarial dos empreendedores e das suas empresas (a partir do site). Foi para os lados desta fábrica criativa que andámos este fim de semana, aproveitando uma festinha de meninos e as portas abertas pelo Bazar de Natal.
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No espaço da Oliva Creative Factory, onde este fim de semana houve Bazar de Natal, ficámos a conhecer mais alguns projetos de grande qualidade do design português! Foi também por lá que nos cruzámos com velhos amigos de sempre. São bons estes encontros (in)esperados que o tempo livre nos permite e o Natal promove. E como foi curioso reparar que entre nós, que outrora nos encontrávamos sobretudo em duplas de casais novos, sempre com tanto tempo para conversar sobre os projetos profissionais e os desafios que todos abraçávamos com enorme disponibilidade, passámos a ser duplas rodeadas de outras duplas (e triplas) e a ter como desafios permanentes e mega absorventes a prole que passou a concorrer com as concorrer com as boas conversas, quando as conseguimos manter por mais de 5m sem sermos interrompidos com uma vontade de fazer xixi ou a fome de lanche!
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Do design e da animação do bazar seguimos para o núcleo expositivo da Oliva, na zona 2, outrora espaço emblemático da indústria de S. João da Madeira onde agora nos podemos perder voluntariamente na fruição e contemplação das variadíssimas obras da Coleção Norlinda e José Lima [O Núcleo de Arte abriu com a exposição COLECÇÃO NORLINDA E JOSÉ LIMA – UMA SELECÇÃO, comissariada por Miguel Amado], composta por artistas e projetos interdisciplinares onde se cruzam o desenho, a pintura, a escultura, a fotografia e o vídeo.  José Lima, reconhecido empresário de S. João da Madeira, começou este espólio em inícios da década de 1980 fruto do seu interesse e entusiasmo pela cultura. O acervo exemplifica as tendências da arte internacional e nacional criada entre o pós-II Guerra Mundial e o presente.
Nesta tarde, sem combinarmos e sem contarmos, tínhamos a preceder a nossa visita livre pelo espaço (com as contingências de termos 3 crianças curiosas com olhos nas mãos…cuidado, MUITO CUIDADO porque até Julião Sarmento correu sérios perigos), o próprio José Lima.
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“A Colecção Norlinda e José Lima compreende, actualmente, cerca de 1000 obras. Integram-na mais de 100 artistas estrangeiros e portugueses, dos quais se destacam Andy Warhol, Joseph Beuys, Antoni Tàpies, Malangatana, Cindy Sherman, Kcho e Damien Hirst, bem como Paula Rego, Julião Sarmento e Miguel Palma. Compõem-na disciplinas tão diversas quanto pintura, desenho, escultura, fotografia e vídeo.
A exposição traça uma panorâmica da Colecção Norlinda e José Lima. Como é típico do coleccionismo privado, tanto a nível nacional como internacional, este acervo define-se pelo seu ecletismo, cruzando gerações e estéticas. A exposição reflecte esta característica. Assim, reúne numerosos artistas estrangeiros e uma selecção de artistas portugueses filiados em tradições distintas e protagonistas de práticas plurais. A exposição enuncia as singularidades da Colecção Norlinda e José Lima. Ao contrário da generalidade dos acervos privados existentes em Portugal, este tem obras de múltiplos artistas estrangeiros. Simultaneamente, alguns destes artistas estrangeiros provêm de geografias “emergentes”, complementando artistas radicados no Ocidente que constituem o corpo central da maioria dos acervos privados e mesmo públicos.”
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O Sebastião perante Júlio Pomar.
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Benidorm 2007, uma obra de Chus García Fraile

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O Salvador com cara de “nhaccc” com a surpresa do “anão que estava a tomar conta da exposição”? Afinal era apenas o tio Balta de Enrique Marty.
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Os desportistas, Pedro e Sebastião, diante do jogador multimarcas de hóquei de Andy Warhol.

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A culminar a visita duas obras com as cores familiares de Malangatana, artista plástico e poeta moçambicano, conhecido internacionalmente.