MAIS FILMES…

A lareira convida e os serões de inverno continuam a ser de filmes e séries. Este fim de semana vimos “Miral” (Julian Schnabel’s fourth feature film, based on an autobiographical novel by Rula Jebreal, 2011), um filme baseado na obra homónima de Rula Jebreal que aborda o conflito palestino percorrendo meio século de conflito no Oriente Médio através de quatro gerações de mulheres numa região marcada pela raiva, conflito e guerra. Os destinos destas mulheres estrelaçam-se na busca frenética de esperança, da justiça e da reconciliação. Miral é um dessas mulheres que aos 17 anos é destacada para dar aulas num campo de refugiados e aí toma consciência da luta do seu povo, apaixona-se pelo ativismo político e divide-se entre esta luta e a crença na educação como o caminho para a paz.

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INSIDE-OUT-19Com os miúdos assistimos a “Divertida Mente” (Inside Out, 2015), uma comédia de animação para toda a família que conta com a assinatura de Pete Docter (“Monstros e Companhia”, “Up – Altamente”) e de Ronaldo Del Carmen.Um bom filme da Pixar, que aborda o conceito da psicologia da criança explicando-o de forma brilhante e divertida, transmitindo ao longo do filme várias mensagens positivas revela-se muito educativo para as crianças, nostálgico e assertivo para quem já é crescido.
Juntos embarcámos na viagem ao interior do cérebro de Riley, uma garota divertida de 11 anos de idade que enfrenta mudanças importantes na sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no estado de Minnesota, para viver em San Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, a Alegria, o Medo, a Raiva, a Repulsa e a Tristeza. No centro de controlo no interior do cérebro de Riley, são eles que a vão aconselhar ao longo do dia…
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Feliz Natal nesta grande casa que é de todos

Nós por cá gostamos de agradecer, mais do que pedir. Na reta final desta caminhada de advento deu-nos para colocar algumas das nossas músicas favoritas e fazer da nossa sala a melhor pista de dança das redondezas. Posso garantir que é uma excelente terapia para descontrair no final de uma semana intensa de trabalho (onde contei 7 dias para lá das 40 horas). Então do que se lembra uma mãe faz quando chega a casa num domingo à tarde?
Afasta os móveis na sala e desafia os rapazes à dança, o resultado é o nosso vídeo do Natal 2015.
Fugimos das habituais músicas de Natal e viajamos até 2008 (com um CD praticamente riscado) com o Planeta Azul da Leopoldina a entoar um dos temas mais repetidos cá em casa. Uma música que fala da necessidade de cuidarmos da nossa casa comum, a tal “que se pode comparar ora a uma irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma boa mãe, que nos acolhe nos seus braços: «Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa irmã, a mãe terra, que nos sustenta e governa e produz variados frutos com flores coloridas e verduras».
A terra nos precede e nos foi dada, estamos convictos que a expressão da fé pode e deve ajudar a criar esta comunhão de “respeito à natureza, defesa dos pobres e desenvolvimento da fraternidade”.

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Esta é de alguma forma e ao nosso jeito (com as parvoíces do costume) a nossa mensagem de Natal: a nossa fórmula de louvor e gratidão a Deus por tudo o que Ele criou – LAUDATO SI’ –  e um pedido para nos continuar a dar a graça de nos sentirmos intimamente unidos a tudo o que existe, enquanto parte desta construção de um futuro melhor, de justiça, paz, amor e beleza.
Temos a certeza que daqui a um ano nos vai fazer rir às gargalhadas…

MOMENTOS DOCES

bolachinhaschocolateBOLACHAS DE CHOCOLATE [RECEITA DA MAGAZINE Continente de dezembro]

INGREDIENTES | 370 g farinha; 40 g cacau; 240 g manteiga; 3/4 colheres de chá de fermento em pó; sal qb; 200 g açúcar; 1 ovo; essência de baunilha qb; lápis de pasteleiro para decorações;
MODO DE PREPARAÇÃO | Misturar a farinha+ cacau+fermento+pitada de sal; noutro recipiente misturar manteiga+açucar, mexer bem até obter creme fofo + adicionar ovo e essência de baunilha. De seguida misturar a farinha até obter massa homogénea. Embrulhar a massa em papel celofane e deixar repousar no frio 30m; polvilhar uma bancada e estender a massa e enfiar literalmente as mãos na mesma para começar a dar forma às bolachinhas; colocar as bolachas num tabuleiro forrado com papel vegetal e levar ao forno por 10-12 minutos. deixar arrefecer e decorar a gosto.

Para esta quantidade de ingredientes conseguimos obter 7 frasquinhos de bolachas e muitas foram sendo comidas pelos gulosos da casa.

Ficaram deliciosas, podemos garantir!!!!

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A OESTE, ALGO DE NOVO

colagemPortoNovo2015A cada ano encontrar lugares novos. Locais onde possamos regressar com o sentimento de que ali estreámos um roteiro familiar e fomos felizes. Assim foram os alguns dos dias que se seguiram à aventura nas Berlengas. Ficámos-mos pelo Oeste, zona de Torres Vedras. Queríamos intercalar uns dias de praia, antes dos dias que se seguiriam em Lisboa, e os únicos requisitos eram: dispensar o carro, alojamento familiar, refeições sem filas de espera e poder sentir o aroma da maresia. Tínhamos ficado muito bem impressionados com a costa oeste e a curiosidade no passeio a dois do ano anterior fez-nos arriscar e regressar em família. É bastante fácil satisfazer esta família: basta (sa)ir, tudo o resto depende de nós. O mapa dos sítios onde podemos estar juntos, inventar brincadeiras, passear descontraidamente, descobrir novidades e descansar, vai do nosso terraço ao resto do mundo.PraiaPortoNovoAntes de chegar à praia de Santa Cruz – muito popular e conhecida, sobretudo entre os amantes do surf – há um recanto que se chama Porto Novo. A praia de Porto Novo, onde desagua o Rio Alcabrichel, encontra-se no limiar de um vale paradisíaco, entre escarpas de vegetação luxuriante, onde se encontram grutas com vestígios pré-históricos. Antigo porto piscatório, esta praia é também conhecida por ter sido o local de desembarque das tropas britânicas que viriam a combater na batalha do Vimeiro, aquando da primeira invasão francesa (retirado daqui).
Ficámos, alojados no West Beach Hotel (recentemente renovado, com óptimo gosto e excelente serviço e áreas de estar), que recomendamos vivamente. A água é gelada, mas dizem que o mar é quase sempre calmo. Não estou a exagerar se escrever que foi na praia de Porto Novo que tivemos dos 3 melhores dias de praia deste ano, com mergulhos bem bons e estadias na praia até o sol se despedir. Junto ao hotel (com vista para mar e serra), mesmo em frente à praia, há poucos restaurantes muito simpáticos, com esplanada, onde se pode almoçar ou jantar muito bem, sem filas, sem confusões e muito bem, o que é óptimo para quem tem crianças.SerraCampoPortoNovoNum dos dias, em que o sol não acordou ao mesmo tempo que a nossa vontade de praia, fomos até Torres Vedras, visitámos o Castelo (com história da linha de torres pelo meio para os mais novos) e andámos no parque urbano no centro da cidade, espaço bem equipado para quem tem crianças também.
Na viagem até Lisboa fizemos questão de fazer percurso diferente: sempre pela costa, com paragens em algumas das praias da Reserva Natural do Surf (Pedra Branca, Reef, Ribeira d’Ilhas, Cave, Crazy Left, Coxos e S. Lourenço), com passagem no Cabo mais ocidental da europa – o Cabo da Roca (foto fantástica com o sol a querer furar as nuvens), depois contornámos vagarosamente a Serra de Sintra. Entrámos em Lisboa pela linha…e o centro de Cascais em pleno julho levou-nos até Biarritz…onde nunca fomos de férias, mas onde já sentimos o conforto de dormir no asfalto (Cannes, 1997)!CasteloTorresvedras Costaoeste

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LEITURAS (SOBRE E) PARA FAMÍLIAS COM CRIANÇAS

Esta semana duas leituras que merecem integrar o arquivo do blog, para regressar sempre que a memória e/ou o bom senso me falhe. A crónica “A mais violenta prova de resistência de uma casal? Vem com chupetas”  de Paulo Farinha (publicada originalmente na edição de 26 de julho de 2015), sobre relações e a sua resistência aos filhos, e uma entrevista muito oportuna sobre as crianças que andamos a criar – “Estamos a criar crianças totós de uma imaturidade inacreditável” – onde o Prof. Carlos Neto (publicada pelo Observador em 25 de julho de 2015), que trabalha com crianças há mais de 40 anos, fala  sobre o sedentarismo, a falta de autonomia dada pelos pais às crianças, bem como a ausência de tempo para elas brincarem livremente, correndo riscos e tendo aventuras. Valem ambas a leitura.

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A MAIS VIOLENTA PROVA DE RESISTÊNCIA DE UM CASAL? VEM COM CHUPETAS 

HAVERÁ POUCAS COISAS mais violentas para a vida de um casal do que o nascimento de um filho. A ideia, de tão natural, chega a ser banal de escrever. «Pfff… podes crer», dirão os pais e mães de crianças com menos de 5 anos ao ler isto. É, não é? Vocês sabem bem. Ritmos detalhados, […] HAVERÁ POUCAS COISAS mais violentas para a vida de um casal do que o nascimento de um filho. A ideia, de tão natural, chega a ser banal de escrever. «Pfff… podes crer», dirão os pais e mães de crianças com menos de 5 anos ao ler isto. É, não é? Vocês sabem bem. Ritmos detalhados, noites mal dormidas, cansaço, nervos à flor da pele, fraldas… E as constantes solicitações, a disponibilidade, a mudança de horários em tudo e mais alguma coisa – menos na criança, que precisa deles certos. E o dinheirão que se gasta. E as refeições que é preciso planear, confecionar, dar, para depois ter a louça para arrumar e a cozinha para limpar. E a roupa para preparar, raios que já não há bodies lavados, por que é que nunca sabes onde está a roupa dela?
E ÀS ONZE DA NOITE, quando tudo acalma, só há vontade de cair no sofá e estupidificar um pouco em frente à televisão. Por favor não me chateies agora, que não me apetece ter conversas sérias, só quero distrair-me um pouco antes de dormir duas horas, porque depois vou acordar novamente para dar o biberão da noite. E se não der eu, dás tu, por isso aproveita e vê televisão também, o sofá chega para os dois. A menos que ainda tenhas de trabalhar. O relatório para acabar ou o prazo para cumprir. Nesse caso, não me acordes quando chegares à cama. Falamos depois. Amanhã, se der. Ou no fim de semana. Se não tivermos de ir com um deles para as urgências. Ou com o outro a uma festa de aniversário. Vida social preenchida, a destes putos.
E VOCÊS, OS QUE TÊM FILHOS mais velhos? Já não se lembram bem disto, pois não? Já passaram essa fase. E continuam casados? Aguentaram o embate? Passaram a zona da rebentação, já subiram para o barco e agora estão a ver para onde se rema? Escrevam um livro. Façam workshops. Falem com os amigos. Expliquem ao resto da malta como é que isso se faz. É que a capacidade de resiliência e a resistência à frustração não são iguais em toda a gente e nem todos lidam com as dificuldades e os desafios da paternidade da mesma maneira.
CADA UM TEM O SEU MÉTODO. Há casais que suportam melhor o choque violento. E apoiam-se bem. Hoje sou eu, amanhã és tu. E há quem vá conseguindo levar isto a bom porto. E os miúdos vão crescendo bem, é o que importa – afinal, se eles estiverem bem, nós ficamos logo melhor, não é? Os que conseguiram resistir e não se divorciaram quando os putos eram pequenos foram adiando e lá perceberam que, afinal, até era possível voltar a ter alguma paz. Passada a fase pior, aquela em que nem conseguiam olhar para a cara do outro (sobretudo quando ele estava fresquinho e tinha dormido bem), foi possível voltar a gostar. Devagarinho, um dia de cada vez. E, claro, voltar a dormir. E com as horas de sono veio tudo o resto. Também começaram pelo sexo?
LUCKY BASTARDS? TALVEZ. A que custo foi isso? E o que tiveram de hipotecar pelo caminho? Que parte deles tiveram de deixar para trás em nome dos filhos? E são mais felizes assim? Ou nem por isso? Ou será que os mais felizes são os outros? Os que se divorciaram? Há uma semana, no espaço de sete horas, passou-me isto tudo pela cabeça. No batizado que ocupou o domingo todo, encontrei pessoas que não via há uns anos. Todos têm filhos pequenos. Uns estão casados. Ainda estão casados. Outros – eram seis, contei-os duas vezes, para ter a certeza – estão separados. Em quatro anos, 12 pessoas daquele grupo seguiram rumos diferentes. É precisa uma dose valente de presunção para dar bitaites sobre a vida de gente que encontro de tempos a tempos, mas não estou a tecer juízos de valor. Estou só a admirar a capacidade do ser humano em adaptar-se. Foi o que fizeram aqueles seis. Se foram só os filhos a contribuir para isso? Não devem ter sido. Foi a vida. E os filhos fazem parte dela.

Retirado daqui.

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“Estamos a criar crianças totós, de uma imaturidade inacreditável”

Quanto mais recreio, mais atenção nas aulas. Quanto menos liberdade para brincar, maior o risco de acidentes. Carlos Neto, professor da FMH, explica por que tem de ser travado o “terrorismo do não”.

Carlos Neto é professor e investigador da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), em Lisboa. Trabalha com crianças há mais de quarenta anos e há uma coisa que o preocupa: o sedentarismo, a falta de autonomia dada pelos pais às crianças e a ausência de tempo para elas brincarem livremente, correndo riscos e tendo aventuras. É um problema que tem de ser combatido, diz. Porque a ausência de risco na infância e o facto de se dar “tudo pronto” aos filhos, cada vez mais superprotegidos pelos pais, acaba por pô-los em perigo. Soluções? Uma delas passa por “deixar de usar a linguagem terrorista de dizer não a tudo: não subas, olha que cais, não vás por aí…”.

Há dez anos já se falava no sedentarismo das crianças portuguesas. Lembro-me que dizia que uma criança saudável é aquela que traz os joelhos esfolados. Como estamos hoje?
 Há dez anos nós falávamos que as crianças tinham agendas, hoje digo que têm super-agendas! Há dez anos eu dizia que as crianças saudáveis eram as que tinham os joelhos esfolados. Hoje, acho que os joelhos já não estão esfolados, mas a cabeça destas crianças já começa a estar esfolada, por não terem tempo nem condições para brincar livremente. Brincar não é só jogar com brinquedos, brincar é o corpo estar em confronto com a natureza, em confronto com o risco e com o imprevisível, com a aventura.

As crianças brincam porque procuram aquilo que é difícil, a superação, a imprevisibilidade, aquilo que é o gozo, o prazer. E, portanto, as crianças que eu apelido de crianças “totós”, são hoje definidas como crianças superprotegidas, crianças que não têm tempo suficiente para brincar e crianças que não têm tempo nem espaço para exprimir o que são os seus desejos. E o primeiro desejo de uma criança é o dispêndio de energia, é brincar livre e com os outros, mesmo que muitas vezes em confronto. Porque o confronto é uma forma preciosa de aprendizagem na vida humana. E nós estamos a retirá-los de tudo isso. Estamos a dar tudo pronto e não estamos a confrontá-los com nada. E isso terá muitas consequências.

Estamos a falar de que idades?
Estamos a falar de crianças entre os 3 e os 12 anos. Significa que aumentou de facto esta taxa de sedentarismo, eu diria mesmo de analfabetismo motor, estamos a falar de iliteracia motora. Trabalho há 48 anos com crianças e sei avaliar o que se passou. As crianças têm menos capacidade de coordenação, menos capacidade de perceção espacial, têm de facto menor prazer de utilizar o corpo em esforço, têm uma dificuldade de jogo em grupo, de ter possibilidades de ter aqueles jogos que fazem parte da idade. Ao mesmo tempo, institucionalizou-se muito a escola. Nós hoje temos as crianças sentadas durante muito tempo, não há uma política efetiva adequada de recreios escolares. Os recreios são organizados muitas vezes em função de um modelo de trabalho, ou de um modelo de funcionamento pedagógico, que tem a ver mais com as aprendizagens pedagógicas obrigatórias ou consideradas úteis, e muito menos com as atividades do corpo em movimento. E, por isso, há alguns trabalhos de investigação que temos vindo a fazer, onde tentamos mostrar a correlação entre o tempo que as crianças têm de recreio, a qualidade de atividade que fazem no recreio e a capacidade de aprendizagem na sala de aula.

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♥ I Wanna Grow Old With You

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Passados 10 anos o que mais desejo é que a vida nos permita continuar juntos seguindo e sendo os protagonistas desta nossa história da vida real. Uma história de amor pontuada pela amizade respeito, diferenças, admiração e sonhos, e cujas páginas vamos escrevendo,  diariamente, há 17 anos. Quero envelhecer com o meu amor da camisola verde…UP TO THE SKY!
Se voltasse atrás no tempo repetiria o noSSo SIM de 31 de julho de 2004: ” I wanna grow up with you / I wanna die lying in your arms / I wanna grow old with you /I wanna be looking in your eyes /I wanna be there for you / Sharing everything you do…
[cenas e música do filme UP da Pixar, a história de amor de Carl & Ellie]

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FESTA & BOLAS, BOLAS, BOLAS…

barrigabolaHá um ano, por estes dias de abril, eu passeava esta bolinha na dianteira. A Primavera ía quente e  nessa semana de férias houve tempo para fazer muita coisa boa com ele abrigado em mim. Com 39 semanas o Salomão desafiava a minha gravidade e proporcionava-me uma intensa e melancólica despedida daquela que foi a 3ª gravidez. Talvez adivinhando que fosse a última!
A verdade é que o melhor estava para vir e a 3 dias de completar as 40 semanas, ele foi dando sinais que o nosso encontro estava quase a chegar. O que aconteceu a 19 de abril de 2013. O que veio sublinhar que a chegada da Primavera é sempre uma festa, uma grande celebração da vida. Entre 24 de março e 19 de abril celebram-se nada mais nada menos que 4 aniversários, os dos 3 dos manos e ainda o da avó Rosa, também no dia 1 de abril tal como o Sebastião. Assim, e tal como vem sendo tradição, “a FESTA” de aniversário é um momento que fazemos questão de celebrar e para o qual reunimos a família e os amigos: os nossos e os deles,  Tem sido assim desde 2007, se depender de nós será assim para sempre. A única diferença é que começámos com o 24 de março e agora temos 3 datas para comemorar. Solução: procuramos encontrar uma que seja consensual para os 5, esquecendo superstições e afins…FestaManos.jpgFestaManos3.jpgFestaManos2.jpg

Assim foi há 15 dias, dia 29 de março: demos o pontapé de saída para a celebração dos aniversários dos meninos cá de casa, reunimos a constelação de amigos e família e juntámos tudo numa MESA REDONDA para cantarmos os parabéns aos rapazes!

Foi uma tarde imensamente feliz: a alegria das crianças, as gulodices do lanche, os sorrisos estridentes, a casa repleta de amigos, as brincadeiras no exterior, as lembranças de quem conhece bem os nossos meninos, as conversas sobre os filhos, os reencontros adiados sine die e o rodopio das novas vidas geradas por nós.
No final de dias como este resta a gratidão por tanto e por tudo o que nos é dado a viver, a testemunhar e a partilhar. A casa ficou virada do avesso e nós ficamos preenchidos como UMA BOLA, sem princípio nem fim, repletos !

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