Passado, presente & futuro

chuck
Família & trabalho.
Críticas & elogios.
Sabrinas & salto alto.
Amigos & conhecidos.
Chegadas & partidas.
Ordens & pedidos.
Por favor & obrigada.
Conjugações do 1º fim-de-semana de abril, na Terra dos Que Vivem Aqui, em modo YELLOW!
O sol brilhou. A florista escolheu girassóis, o Nuno distribuiu bilhetes, as colegas colaboraram de forma profissional, eu reencontrei alguns olhares cúmplices, o pai e os avós tomaram conta dos filhos e a D.ª Lurdes ficou perplexa.
Cumprimos horários e correu tudo de acordo com alinhamento. Agora VEM A MELHOR PARTE, continuar a arregaçar mangas e frio na barriga a cada abrir de portas: a festa, as pessoas, a música, o teatro, as exposições, os ensaios, os imprevistos, os serões, as descobertas, as emoções…A ARTE e com ela a A INQUIETAÇÃO [ vale mesmo a pena ouvir: Camané canta o poema do José Mário Branco, com música de Dead Combo]!ChavesSalomaoartistaensaiosSebastiaoreiLimpezas
foralgirassoiscaminhaemfrentefinalmentesol
“(…) Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda.”
Inquietação, José Mario Branco

QA’rte

 Abre portas, este fim-de-semana, em Oliveira do Bairro, o Quartel das Artes Dr. Alípio Sol. Com ele, além das novas portas e janelas, novos mundos e tantas novas possibilidades à NOSSA disposição. E por falar em possibilidades: no próximo fim-de-semana há MOB no QA. A grande FESTA DA MÚSICA E DOS MÚSICOS do concelho, um momento privilegiado para apreciar o que é nosso e BOM!
QAImagem do antigo Quartel dos Bombeiros de Oliveira do Bairro | Set. 2011″Somente pela arte podemos sair de nós mesmos, saber o que um outro vê desse universo que não é o mesmo que o nosso e cujas paisagens permaneceriam tão desconhecidas para nós quanto as que podem existir na lua. Graças à arte, em vez de ver um único mundo, o nosso, vemo-lo multiplicar-se, e quantos artistas originais existem tantos mundos teremos à nossa disposição, mais diferentes uns dos outros do que aqueles que rolam no infinito e, muitos séculos após se ter extinguido o foco do qual emanavam, chamasse ele Rembrandt ou Ver Meer, ainda nos enviam o seu raio especial” ”
{Excerto de Marcel Proust, in ‘O Tempo Reencontrado’}
QAImagem do Quartel das Artes Dr. Alípio Sol | abril 2014