FALAR DA MORTE

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Este sábado à tarde distribuímos-nos: o Sebastião acompanhou o Pedro numa atividade desportiva em SJM e eu fui com o Salvador ao teatro. O Salomão teve a sorte digna de um rei, ao cuidado dos avós e das tias, com direito a trono de puff com lareira. Foi retomar um exercício frequente dos quatro anos em que só tínhamos os dois SS’s: dedicarmos um espaço e um tempo a cada um, longe das interrupções constantes do outro.  Há muito tempo que não nos separávamos um sábado à tarde e nem imaginam como soube bem não ter de responder a 3 meninos em simultâneo e conseguir tomar um café tranquilo com o meu Conselheiro Cultural para Crianças. Lucky me!
E depois do “Incrível Sonho do Rapaz de Bicicleta”, a que assistimos em dezembro no CETA, desta vez fomos a Ílhavo, ao CCI, cruzar a nossa tarde com “A Caminhada dos Elefantes”, uma peça de teatro para crianças que os adultos deviam ver. Apesar da proibição, no início da peça de não se pronunciar nem “morte”, nem “morto”, nem “morrer”, a morte vai estar sempre a aparecer, claro. Esta é uma peça sobre a morte.
E foi um caminho intenso e sentido, ao sabor de uma história verídica e bonita, contada de forma encantadora [espreitem o vídeo]. Nós gostámos muito, foi sem dúvida uma tarde especial pela experiência estética que partilhámos e pela reflexão que despoletou. Partilhamos da ideia de que é necessário que pais e filhos, independentemente da sua idade, dialoguem sobre a existência e a perda.
Se por acaso esta Caminhada passar perto da vossa casa, não deixem de ir ver! Entretanto, partilho o link para um trabalho publicado recentemente no Público sobre todo a pesquisa que está por detrás dest’A Caminhada dos Elefantes de Miguel Fragata e Inês Barahona. Um trabalho fantástico!

sabadofevereiro2.jpgInês Barahona e Miguel Fragata decidiram criar um espectáculo que “descomplicasse” o tema da morte. A Caminhada tem por base uma história real: a aventura de Lawrence Anthony, um sul-africano que dedicou a vida à salvação de elefantes, conseguindo levar para a sua reserva uma manada alegadamente agressiva e condenada à morte. No momento em que Lawrence sucumbiu a um ataque cardíaco, a vários milhares de quilómetros da reserva, os elefantes dirigiram-se a sua casa e ali permaneceram durante dois dias e duas noites, de um lado para o outro, numa espécie de ritual de homenagem ao homem que os salvara”.
Depois de terem passado meses a falar com mais de 200 miúdos, Inês e Miguel não têm dúvidas: “De norte a sul, as crianças percebem que a morte de alguém é um assunto de que não se fala. E muitas sabem muito bem que estão a ser enganadas. Perguntámos às crianças por que é que isso acontecia e se elas preferiam ser enganadas. E a resposta, na maior parte dos casos, pode resumir-se assim: elas dizem que precisam do tempo de ser enganadas, para poderem resolver as suas questões, para, depois, quando lhes disserem a verdade, já estarem muito bem. Porque o que elas sentem é que não têm espaço para estar tristes, porque os adultos ficam muito aflitos com isso.”

SOS – CULTIVAR A CRIATIVIDADE

“We are educating people out of their creative capacities.” – ARE WE ?
Se se interessam por educação e/ou têm filhos em idade escolar este é um vídeo que apesar de já ter 7 anos é bastante atual. São 20′ bem investidos que abordam algumas das questões que como mãe e encarregada de educação me andam a fazer pensar cada vez mais…

Sir Ken Robinson desafia a forma como estamos a educar os nossos filhos. Ele defende uma reformulação radical dos nossos sistemas de ensino, para cultivar a criatividade e reconhecer vários tipos de inteligência, em vez de a matar!

Sir Ken Robinson afirma que é porque fomos educados para nos tornarmos bons trabalhadores, ao invés de pensadores e criativos, que continuamos a ter alunos com mentes e corpos inquietos, longe de serem cultivados pela sua energia e curiosidade, são na sua maioria ignorados ou mesmo estigmatizado, com consequências terríveis. “Estamos a educar pessoas para fora da sua criatividade”, diz Robinson.

Sir Ken Robinson é aclamado mundialmente como especialista em educação, criatividade, inovação e recursos humanos. Trabalhou com governos de vários países da Europa, da Ásia e da América, com agências internacionais e com as mais prestigiadas organizações de cariz cultural.
Em 1998, liderou uma comissão encarregue de analisar a criatividade, educação e economia para o governo britânico. O relatório –All Our Futures: Creativity, Culture and Education, também conhecido como The Robinson Report – foi publicado em 1999 e imediatamente aclamado.
Costuma falar para audiências de todo o mundo (sendo de assinalar a sua presença nas Conferências TED de 2006 e 2010) sobre os desafios criativos que a educação e o mundo dos negócios enfrentam nas economias atuais.
Sir Ken nasceu em Liverpool e tem seis irmãos. É casado, tem dois filhos e vive em Los Angeles.

info retirada daqui

SALOMÃO, UMA CHEGADA SERENA

Faltava colar esta página no livro da nossa história. Aqui fica  – 19 abril 2013 – uma semana depois a tua chegada para que a possam reler um dia, JUNTOS.
PARTO DO QUE AINDA ME LEMBRO, PORQUE O ESSENCIAL VIVEMOS e havemos de vos repetir vezes sem conta!ele_oesperado_monitorizaoparaPARTO.jpgE na 39ª semana e 4 dias nasceu o Salomão, de parto normal, pelas mãos de uma equipa feminina. Elas e eu, juntas numa cumplicidade confiante desde o 1º momento de que haveríamos de dar à luz daquela tarde solarenga de abril uma realeza. Depois de uma madrugada de contrações de alerta, no tempo e frequência, a viagem para Coimbra tornou-se inevitável. Sem trânsito, sem ansiedade e em boa companhia, com um Sunday Smile de Beirut, entrámos na cidade com o dia a querer nascer. Como o Salomão. Depois, foi apenas uma questão de tempo, alguma paciência, a ajuda de uma ventosa e três ou quatro puxadelas na maré das contrações.eu_entradaUSB_salapartos.jpg
Pelas 18h30, e depois de 5 horas na sala de partos a dar tempo ao tempo, eis-nos os dois perplexos, encantados, a viver mais um momento inaugural. APAIXONADOS POR UM BEBÉ, de novo, pela terceira vez em 7 anos. O Salomão nos nossos braços, 50 cm de vida nova com 3,550 kg e um coração a inaugurar palpites fora de mim. Pasmados e deliciados com aquela pequenez a que nos fomos desabituando, reparamos na ponta do nariz pisada. Cómico para começar – será sinal ou pisadura? – sacana que nasceu a meter logo o nariz onde não era suposto!!! E tão perfeitinho, tão clarinho de sobrancelhas, de pele…tão NOSSO!
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A sós com ele, já no corredor de distribuição das salas de partos, todos nas papeladas e nas operações a trabalhar, o Pedro na comunicação da BOA NOVA do lado de fora da sala, e eu com ele ali a sós pela PRIMEIRA VEZ olhos nos olhos, os meus pensamentos:
– Meu Deus como é possível? Um ser humano tão pequenino, tão frágil, tão delicado, tão nosso, tão alheio a este exterior que o vai cobrir dentro de momentos com tudo o que ainda lhe é tão estranho. Ele que se formou, cresceu e sobreviveu quase trezentos dias dentro de mim está aqui, junto ao peito, à procura da minha maminha !? O milagre da vida e nós tão próximos dos animais, da natureza, da gestação de um SER VIVO, sem dúvida!
Como ignorar a maravilha que é a vida?
Como atentar contra ela?
Eles, pessoas totalmente dependentes de nós. Como não amar incondicionalmente um bebé que se formou em nós, a partir de nós, que se faz gente connosco?
 
Já na cama 66 fez-se o primeiro silêncio. Nós e ele. Três. Aquele abraço onde couberam os ausentes, eles que ali estiveram sempre connosco, toda a tarde, os outros dois, os nossos filhos. Os que nos tem demonstrado que isto de ser pais é parte da nossa vocação. Encantamento indescritível. Uma memória de repetir a felicidade de me inchar o peito até ao limite. Como se o coração estivesse a testar-me. Catarina, Pedro e Salomão e a perplexidade de nos olharmos pais de novo. Demasiado grande para caber em qualquer palavra. Não poderia ser de outra maneira, acho que sempre fomos assim, os cinco, só não nos conhecíamos ainda.oprimeiroabraodamae_19abril.jpgoprimeirobeijodopai_19abril.jpg
 
A chegada deste SPECIAL ONE foi aquele momento extraordinariamente mágico, especial e único, tal como os restantes, com a particularidade da intensidade do tempo do seu impacto, estrondoso  no grande encontro a cinco  no dia seguinte. As pernas tremeram quando comecei a  pressentir no corredor a euforia do Sebastião e o brilho emocionado do olhar do Salvador…
Certamente, alguma da experiência de saber o que nos pode esperar e o facto do trabalho de parto ter decorrido de forma mais célere, fizeram com que este fosse de longe o nascimento mais sereno e menos extenuante.  O que se tem vindo a refletir de forma BASTANTE  POSITIVA nesta primeira semana de vida dele e na minha recuperação. Aventuras das boas nos últimos 6 dias não nos faltam!!!
 
 
APARTES EM JEITO TELEGRÁFICO…
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Sim, era repetente e sim tive algum medo; Sim, não gosto muito de seringas, sobretudo de ver, mais que doer, e picaram-me
 que se fartaram porque tenho veias bailarina. Tive a sensação que à semelhança dos computadores, o nosso corpo é uma máquina cheia de entradas USB (soro, epidural, ocitocina, etç…);
Sim, finalmente soube bastante bem o que eram as contrações…sim, são dolorosas, mas aguentam-se. Nada do outro mundo;
Sim, a epidural ajuda imenso a desfrutar e colaborar de forma menos penosa no parto, se voltar a ter filhos repetia tudo igual; Sim, continuo a achar que as explicações do que está a acontecer, e as conversas ajudam imenso a desmistificar os medos, mesmo se estamos a ter um filho pela 3ª vez ou a sermos suturadas sem sentir nadinha; Sim, a minha barriga era bastante linda e eu mega orgulhosa de sua realeza, mas depois do nascimento passa a ser uma entidade estranha pra caraças que mandava de férias na boa;
IMG_0622Não, nada é por acaso e no meu quarto – o QUARTO DOS S’S originais do dia – na caminha mesmo ao lado, passei a terá partir da madrugada de sábado uma menina SERENA, primeira filha de um casal jovem de quem ficámos amigos… Sim, a maternidade foi de novo a escolha mais acertada, o desconhecido nunca nos assustou, sempre confiámos nas boas experiências e sem conhecermos ninguém em Coimbra voltámos a encontrar “gente muito boa” de novo naquela equipa de profissionais; Não, não somos contidos, os nossos dois filhos instalaram a alegria e a confusão de crianças no quarto andar da maternidade no sábado, no dia seguinte todos sabiam de cor os seus nomes e comentavam caracóis e balões dos dois irmãos do Salomão; Sim, vou continuar a ter lembranças bem diferentes das que ouço de outras parturientes  vou gostar de me lembrar dos lanches e das ceias da maternidade, do sabor do pão com manteiga e do café com leite. Não, não tenho paciência para lamentar nada porque me sinto uma privilegiada em tudo o que voltei a viver nestes 3 dias em Coimbra, passados na Maternidade… Sim, até em matéria de visitas nós fomos originais SEM planear ou pedir foi só mesmo o essencial: sábado tivemos 3 visitas (DAS BOAS) e tivemos um domingo verdadeiramente familiar com a única visita do dia a chegar da COSTA RICA, via chat com a famelga toda em cima da cama em amena cavaqueira, e a emoção de sabermos que algures na missa da família Martinez houve uma prece pelo Salomão, “que nasceu na sexta-feira em Portugal”;
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Não, nada a apontar ao serviço público de saúde ali prestado, muito pelo contrário, excelente!Sim, Entrei e saí sem pagar nadinha
De tudo só tenho a lamentar o facto dele não ser dador de sangue do cordão umbilical, tal como foi o Sebastião. Tudo porque temos um Banco Público, excelente iniciativa muito mal pensada que agora está em revisão e que por isso não permite recolhas além do hospital S. João. …e COM UM CIDADÃO NOVO DESTE PAÍS –  Salomão Pereira de Carvalho registado pela mesma senhora que já registou o Sebastião e que me veio dizer isso MESMO ao quarto na segunda-feira.  Extraordinário!!!!

A PENAS, ACHO QUE UMA QUESTÃO DE TEMPO

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UM DIA ELA VAI VOAR DAQUI (anotem isto: mais tarde ou mais cedo, esta será uma história de liberdade. Não me habituo muito a gaiolas nas proximidades).
A PENAS é a mais recente habitante da Casa do Benavente. Uma promessa antiga que chegou a tempo de desviar alguns focos de atenção, de treinar o cuidado e estou em crer que para discutirmos e testarmos o tema liberdade.
Por aqui não nos faltam pássaros, nem cantorias, muito menos espaço e que cuidar, mas há muito que a gaiola da avó Alice estava com lotação esgotada. O T0 da família da penase  encolheu com ela há ano e meio. E depois, uma promessa feita a uma criança dificilmente pode ficar por cumprir.
Batizada pelo Salvador, a PENAS é apenas e só uma rolinha vulgar, bonita, de colar negro ao pescoço, que mudou de suite este fim de semana. Hoje foi o centro das atenções de dois meninos que passaram o tempo a inventar refeições, mudanças de água, conversas singulares, embalos de baloiço e  olhares de vigilância. Os inícios de qualquer relação…

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Eu, que agora fiquei aqui com ela a sós, ouvindo ALTAR PARTICULAR, de Maria Gadú entre a cantoria dos que por aqui chegam, ficam e partem sempre livres, estou num grande dilema. Apetece-me inventar uma fuga escancarada e deixá-la voar, mas vou tentar dominar-me e dar tempo ao tempo para que eles percebam que das duas uma: ou também eles não aguentem esta visão de roubarmos a liberdade de quem tem asas. Como os livres QUE POR AQUI, e nos visitam, a quem sacudimos a toalha das nossas refeições e a dela, uma ave, numa gaiola bonita, bem tratada. Espero que muito em breve APENAS possa ser uma lição de LIBERDADE entre nós.medosereceios.jpg

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FELICI CAMPO, WHY NOT?

Para 1º DIA DA FELICIDADE,  a escolha da ONU não esteve nada mal. Cá por casa CONFIRMA-SE: foi mesmo um DIA MUITO FELIZ este 20 de março 2013. Tivemos sol, sem ponta de vento e com muita cantoria de pássaros. Pela manhã as janelas foram abertas, de par em par, e houve pequeno-almoço no terraço, bem como TPC’s em curtas mangas. Nem as cinco vezes que teve de rever a cópia, com erros por pura distração, chatearam um dos dois. No final ficou perfeitinha, como as fichas de matemática, feitas num ápice!ENTRETIDOS.jpgO resto do bom dia manteve-nos fora de portas, respirando ar puro, atravessando os campos até à fonte, molhando os pés lavando tapetes e cadeiras com a mangueira a lembrar o verão, apanhando as primeiras flores e colhendo tangerinas da árvore.
Cruzámo-nos com quase todos os vizinhos, que se contam pela mão de cinco dedos, e contámos a passagem de 4 carros e 3 tratores na nossa rua, esta quarta-feira feliz.
VAMOSFONTE.jpgO dia terminou com um cansaço feliz. É que isto de estar em casa de férias, com um filhote soa BEM, e sem dúvida que SABE AINDA MELHOR, é verdade, mas engane-se quem pensa que a QUALIDADE DE VIDA e a felicidade não dão trabalho, porque dão e muito. Sobretudo se forem resultado do que é gratuito, feito por nós e connosco e derivar entre outras coisas de aproveitarmos bem o tempo.  ANOS.jpgRefiro-me a pequenos prazeres que implicam incontornáveis cansaços físicos para uma grávida com 35 semanas como: fazer todas as refeições, ter de lavar pilhas de louça (estamos sem máquina há meses!!!), por a lavar e a estender máquinas de roupa (no campo, é tantoi mais divertido, quanto menos nos importamos com a roupa); preparar pessoalmente, e com todos os detalhes, um 7º aniversário de um certo menino; cuidar dos pormenores da chegada de outro bebé, e claro, garantir que quando o resto do clã se junta a nós temos o máximo de tempo útil, sem afazeres, para podermos aproveitar (isto implica pensar 360º, com compras feitas, jantar planeado/adiantado, quartos impecáveis, roupa e tudo  pronto para os banhos, cozinha arrumada, estendal recolhido e roupa alinhada nos cestos pronta a ser passada, ferramentas de exterior arrumadas, etç, etç, etç…a lista continuaria, quem FAZ SABE bem do que falo!
PRIMAVERA.jpgPelo meio dos afazeres comuns de qualquer família por casa, vou fazendo tudo aquilo que me dá imenso prazer: trocar dois dedos de conversa no chat com a amiga que está triste; ler o jornal; ir conversando muito com o Salvador, falando-lhe, pela enésima vez da primavera da sua chegada, há exatamente 7 anos; deixar que me ensine, no meio da rua e equipado à Benfica, alguns truques de passes futebolísticos; elaborar e distribuir com ele os convites aos amiguitos; conversar com a professora e ler com um certo orgulho o nome dele no Quadro de Excelência (teve SMB às 3 áreas de estudo) e explicar-lhe que se  tentar ser menos teimoso e competitivo e mais meigo e obediente (com todos na escola) facilmente entra no Quadro de Valor; e roubando, aqui e ali, uns minutos de silêncio e contemplação, nos recantos do Benavente para apreciar as borboletas, apanhar as primeiras flores, erguer os olhos ao céu e registar o que nunca mais se repete.
Amanhã receberemos a PRIMAVERA e se houver SOL estaremos de portas abertas desde cedo. Gostamos de ser bons anfitriões!!!!BeFunky_Instant_1.jpg

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REWIND & REPEAT, será pedir muito?

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Sem mentiras, porque 1 & 2 de Abril de 2010, foi mesmo  sempre a TRANSBORDAR de felicidade. Tal como o 24 & 25 de Março de 2006.
Seria pedir muito, repetir ALGO DO GÉNERO lá para os dias vinte e poucos de Abril de 2013?
Maternidade pública acolhedora, parto normal com epidural, espera longa com tempo para risota e peripécias [1º um dente neonatal e no 2º uma greve a interromper a indução e um bebé com quase 4 kg..], mais um amiguinho do peito esfomeado, sempre as roupinhas delicadas, um companheiro de luxo o lado e AGORA dois manos com 4 abraços e um punhado de balões alegres na primeira visita do dia 1 do Salomão!!!?
Às quase 32 semanas começo a ficar medricas. Contornar isto fica mais fácil passeando pelos filmes anteriores!
Até parece simples.

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250 # OLHAR

Nós por cá gostamos de OLHAR.
OLHAR v.t. Fitar os olhos em. (Sin.: mirar, contemplar, encarar, examinar, observar.) Prestar atenção a. Sondar. Tomar conta de. Examinar. Tomar em consideração. V.i. Estar voltado para. Ocupar-se de. Olhar com bons olhos, considerar com benevolência. Olhar como, julgar. Olhar por, proteger, cuidar de. Olhar de esguelha, votar desprezo ou aversão a. V.pr. Mirar-se, ver a si próprio (ao espelho, p. ex.). SebastiaoOlhaSalvadorOs anos passam, os miúdos crescem, invertem-se e divertem-se os papéis de cada um.
Once you look (for) at me, now i look for (at) you…
Durante meses a fio o Sebastião teve o olhar cuidadoso do mano sobre os seus sonos, hoje é o Sebastião que retribui e admira curioso o irmão mais velho e lhe faz caracóis enquanto o Salvador só quer dormir…

salvadorolhapelosebastiao
Fica o ALERTA de bom fim de semana!