CRER – SENDO

A beleza é fundamental.
Felizmente, ainda há madrugadas que se preenchem de beleza. Depois de um pesadelo no armário que (n)os adormeceu vencedores e me encaixou um belo sono num beliche, acordo às duas da manhã. Fresquinha.
Nesta escuridão de breu, vamos brilhando: eu sentada na cama, como à beira Douro, toda ouvidos às canções incrivelmente poderosas de Castello Branco e os pirilampos lá fora, na expetativa das noites estreladas de Primavera.

Quatro anos após o seu álbum de estreia, Serviço – elogiado pela crítica, listado como um dos melhores discos brasileiros de 2013, com mais de 500 mil downloads e com três passagens pela Europa – o brasileiro Castello Branco lançou Sintoma, o seu segundo – e muito esperado – disco de originais. Desse “Ufolclore” – assim foi descrita pelo próprio a proposta apresentada neste disco – nascem arranjos delicados e frequências meditativas que vibram trilhando um caminho elegante, trazendo-nos, no discurso, questões evolutivas do “Ser”.

Making change (in multiples)

“It’s tempting to seek to change just one person at a time. After all, if you fail, no one will notice.
It’s also tempting to try to change everyone. But of course, there really is no everyone, not any more. Too much noise, too many different situations and narratives. When you try to change everyone, you’re mostly giving up.
The third alternative is where real impact happens: Finding a cohort of people who want to change together.
Organizing them and then teaching and leading them.
It’s not only peer pressure. But that helps.
When a group is in sync, the change is reinforcing. When people can see how parts of your message resonate with their peers, they’re more likely to reconsider them in a positive light. And mostly, as in all modern marketing, “people like us do things like this” is the primary driver.
I got a note from a reader, who asked, “Not only you, but many business authors do promotions like if I buy 2, 10, 100… (or whatever number greater than 1) copies, I get perks. Honestly, I never really got this concept. As I understand, you get the most value out of business/self improvement books, if you buy them for yourself (and when you read them in the right time of your life).”

The thing is, my goal isn’t to sell books, it’s to make change. And with Your Turn, I took the idea of changing in groups quite seriously. The site doesn’t sell single copies, only multiples (when you buy one, I send you two, etc.). Here’s what I’ve discovered after five printings of the book: When an organization (or a team, or a tiny group) all read and talk about the same book, the impact is exponentially greater.

If you want to make change, begin by making culture. Begin by organizing a tightly knit group. Begin by getting people in sync.

Culture beats strategy. So much that culture is strategy.”

 

SETH GODIN, FROM HERE

Livros e cinema

Os fins de semana continuam pouco apetecíveis para passeios, mas não faltam boas alternativas abrigadas. Os livros são sempre bons amigos. Depois da voracidade de leitura da “Soma dos Dias de Isabel Allende, Mia Couto tem-me presa em África ao seu “Jesusalém” e ao pequeno afinador de pianos  – Mwanito.

Em família vimos dois filmes biográficos: “Pele – o nascimento de uma lenda” (2017) , sobre a história de um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, da sua infância na cidade mineira de Três Corações até à consagração na Copa do Mundo de 1958 pelo Brasil, com apenas 17 anos e “A Teoria de tudo” (2015) , filme de James Marsh com Felicity Jones, Eddie Redmayne, Emily Watson.  Um filme sobre o físico britânico Stephen Hawking, que morreu na semana passada aos 76 anos, provavelmente o cientista da actualidade mais conhecido em todo o mundo e que trouxe um novo olhar sobre os buracos negros, nunca deixando de se indagar sobre a origem do Universo. Ao mesmo tempo que provocava, com humor e intelecto, o que sabíamos sobre o cosmos – tanto junto da academia como do público –, desafiava os próprios limites da vida humana.

+ sobre | JESUSALÉM DE MIA COUTO
“Jesusalém é a história de Mwanito, o menino. Um menino em África, terra de guerra, solidão e encanto. Jesusalém é também a terra sem tempo inventada por Silvestre Vitalício, pai de Mwanito que, fugido da cidade, procura a libertação numa antiga propriedade colonial. Junto com eles segue Ntunzi, o irmão mais velho e Zacarias, o antigo soldado que combateu do lado errado de todas as guerras.
Vitalício foge da cidade mas também da vida, da culpa e do tempo. Jesusalém seria a terra sem tempo nem dono, onde a solidão resgataria todas as mágoas. Ali, onde não há mulheres nem mundo, tudo é baptizado de novo e só Vitalício decide o que ali acontece. De preferência, procura que nada aconteça porque só o vazio faria sentido. O vazio e o silêncio.
O papel central do romance é assumido por Mwanito, o “afinador de silêncios”. Sobre isto, afirmou Mia Couto na apresentação da obra: “Em África, os silêncios são parte da conversa. O silêncio é uma outra maneira da palavra viver e há coisas que não podem ser ditas de outra maneira”. Mwanito personifica a paz, a única paz que Vitalício encontra e, ao mesmo tempo, a sua única ligação ao passado.
No entanto, não é possível fugir ao tempo nem ao mundo; é nesse aspecto que Jesusalém é uma história desencantada, onde a escrita poética e belíssima de Mia Couto encontra terreno fértil. A literatura ao lado do sofrimento, sem o qual não consegue viver.” [artigo retirado DAQUI]

Pessoas incríveis fazem milagres

O”Flying Seagull Project” é um colectivo de artistas que reúne clowns, músicos, mágicos, bailarinos, cineastas, educadores e especialistas na infância que trabalham, desde 2012, em alguns dos campos de refugiados mais populosos da europa.

Um projeto fantástico feito por pessoas incríveis que tornam os dias das crianças (e de todos os que se cruzam com eles) que vivem em situações de uma enorme fragilidade social menos penosos e lhes permitem aceder a um dos direitos fundamentais de qualquer criança: BRINCAR.

Vale a pena assistir ao vídeo da BBC Three

MULHER

O videoclipe de “Mulher” , single retirado de “Her”.Realizado pela própria Rita Redshoes e André Tentúgal, o vídeo conta com a participação de convidados como Ana Bacalhau, Carlos Vaz Marques, Catarina Furtado, Ivo Canelas, Rita Blanco, entre muitos outros. “Mulher” tem música e letra de Rita Redshoes e é um dos três temas em português do disco.
“É um vídeo sem artifícios. Somos nós. Reais. Homens e Mulheres. Mulheres e Homens. (…) A canção nasceu de uma inquietação que foi crescendo à medida que também eu me fui tornando mulher. Senti-me e sinto-me inúmeras vezes, a medir espaços. Senti e sinto muitas vezes que os meus movimentos e voz são ignorados ou arrumados em caixas de preconceitos, por homens, mulheres e por mim mesma. Somos necessariamente diferentes e é isso que torna a vida rica, misteriosa e divertida. É uma canção em desabafo envolta num misto de orgulho e força”
(Rita Redshoes)

info retirada daqui

MY SPOT

Choosing your spot

It’s difficult to find the leverage to make a difference. At your job, there are probably people with more experience than you, more domain knowledge than you, even more skills than you. The same is true about your competition.

But there’s one place where you can make your mark: Your attitude.

You can bring more generosity of spirit, more enthusiasm, more kindness, more resilience, more positive energy, more bravery and more magic to the room than anyone else, at least right now. Because you choose to.

That can be what you stand for.

These aren’t soft skills. They’re real”.
(
They might be skills, but they’re not soft)

 

Seth Godin, from here