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Carnaval de lareira acesa em Portugal continental em 2016. A morrinha disfarça o Benavente de um certo British style. Cá dentro bastam as pantufas para apreciar a paisagem.
O dia foi calmo, entre papéis, caixotes, cola, tesouras, tintas, feltro, arames e brilhantes (os restos são mais que muitos sempre que nos enfiamos nos trabalhos manuais e tudo se reaproveita sempre).
Passámos o Carnaval  – at home – disfarçados de dorminhocos. Entre robots e outros ecrás, tempo para o colorido fazer uns muffins de chocolate, o divertido treinar e apresentar mais algumas das suas habilidades de homem voador que já sabe saltar ao pé coxinho e para o cósmico ver pelo menos 5 episódios dos seus desenhos animados favoritos. Nesta terça-feira de tolerância houve ainda tempo para o já habitual chá de limão, bolo de iogurte, pipocas e avós à mesa do lanche.
Era mesmo um dia de Carnaval destes que tinha imaginado. Só ficou a faltar o robot entrar em modo ON e arrumar tudo no fim…
Amanhã é quarta-feira de cinzas e entramo na Quaresma. A Quaresma é o caminho para uma festa!
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DA VILA À CIDADE – oportunIDADES*

Uns dos objetivos que definimos para este ano passa por aproveitarmos ainda melhor o tempo e tentarmos uma vez por trimestre passarmos um fim-de-semana diferente que envolva natureza, cidade, cultura, amigos ou família. Descobrir ainda mais o nosso país e o nosso património. O que nos rodeia. Procurar oportunidades.
Numa família de cinco as agendas são mais complexas de conciliar, mas nada que a planificação atempada, a vontade e o estabelecimento de prioridades não resolva. O Carnaval veio mesmo a calhar para irmos até Lisboa. Há meio ano que lá estivemos e apesar de terem sidos uns dias em cheio, ficamos sempre a sensação que teríamos outras tantas coisas para fazer, visitar ou conhecer. Foram apenas 2 dias e meio que nos encheram de novo as medidas da curiosidade. E é sempre tão bom estarmos juntos e podermos proporcionar experiências novas aos miúdos que a conversa do regresso é sempre sobre gratidão!

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Desta vez as visitas tiveram sobretudo em conta os mais novos, mas nem por isso eu e o Pedro deixámos de nos divertir e ter a nossa quota-parte de programa.
O fim-de-semana não poderia ter começado de melhor maneira, depois de uma viagem que mais me pareceu uma descida rápida até à capital. Entrámos no carro, eles foram descansando de uma sexta-feira de Carnaval repleta de sol e quando dei por mim estávamos na Avenida de Berna a estacionar para a primeira paragem: igreja de Nossa Senhora de Fátima, para a vigília de oração “Rezar a Nossa Senhora de Fátima pela voz dos artistas”, no âmbito da visita da imagem peregrina ao patriarcado de Lisboa. Foi surpreendente encontrarmos uma igreja repleta de pessoas (estariam cerca de mil pessoas por ali) numa sexta-feira a noite.  Pessoas gentis que vendo uma família com 3 miúdos, àquela hora fora de casa, nos cederam lugar e simpatia espontânea. Os miúdos portaram-se lindamente. O Sebastião achou que havia ali “a voz da Ana Moura” e o Salomão passou o tempo todo encantado ora com os anjos a cantar (tal a celestialidade da interpretação e o local onde o faziam) ora com as imagens dos arcos do altar (a igreja de Nossa Senhora de Fátima, dedicada há 77 anos, foi assinada por nomes relevantes da arte e arquitetura em Portugal, como Porfírio Pardal Monteiro e Almada Negreiros, que embora não fossem “praticantes”, estavam ligados à cultura católica).
Foi uma oração muito especial com a participação do Coro Gulbenkian, do organista Sérgio Silva,  maestro Jorge Matta, e depois com a poesia de Rainer Maria Rilke e a voz de Kátia Guerreiro. Saímos de coração alegre enquanto no regresso ao carro nos fomos cruzando com quem tanto gostamos de ler & ouvir (Tolentino Mendonça)…não há mesmo coincidências, pois não?
OracaoMariana_fev16OracaoMariana_fev16_KatiaGueirreiroNo sábado a manhã foi dedicada ao Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações, onde passámos uma manhã muito animada e onde os 3 se deliciaram com experiências, diversões e descobertas. Na exposição “Espinafres & desporto” gastámos as primeiras calorias e descobrimos ainda mais formas de termos um estilo de vida saudável. Seguiu-se o contágio na exposição “Viral: uma experiência contagiante” onde os miúdos se divertiram a apanhar vírus, a entrar na sala do vazio e onde também fomos contagiando o bocejo e experimentando outras formas positivas de contágio. Mas as aventuras e as descobertas acontecem desde o primeiro passo que damos no pavilhão: com a harpa que toca sem cordas, com as ilusões de ótica, com o robot Vida que dava tanto jeito cá em casa. Até demos de caras com uma cara bem conhecida nossa – a Mara – uma das nossas mulheres cientistas, representada na exposição “Mulheres nas ciências“.
Robot_fev16ConstrutoresparededivertidaA tarde teve direito a uma “Viagem do outro mundo” ali em plena avenida da Liberdade, dentro do Tivoli BBVA. Foi a última apresentação do musical cuja história fala do 1º Encontro Interplanetário do Sistema Solar. Um musical bem conseguido e divertido e que aborda o tema da amizade enquanto dá a conhecer o sistema solar e as suas principais características. Gostámos (e ficámos a conhecer mais uma sala de espetáculos da cidade que ainda nenhum de nós conhecia….)!
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O serão foi a dois. Depois da missa nos Salesianos (como é bom mudar de espaço de eucaristia…já não me lembrava de ver o Salvador cantar e assistir tão empenhado à cerimónia), os miúdos ficaram num programa caseiro com a tia e nós fomos ver uma parte da ocupação minhota da capital. Parte dessa viagem da “Junta de Freguesia à via láctea” que o Teatro Nacional D. Maria propõe. As comédias do Minho estão em Lisboa por uns tempos e nós fomos assistir aos “Doze Pares de França”. Fiquei surpreendida porque a sala Garret estava pouco preenchida, mas a peça valeu bem a pena. Foi de facto  uma arena de teatro nacional popular…do BOM!
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No final ainda tempo para satisfazer a fome no Mercado de Campo de Ourique. Comer fora de horas, entre estranhos, em sítios diferentes, sabe mesmo bem de vez em quando…
Domingo amanheceu cinzento mas fez-se luz a meio da manhã para alegria de todos os que, como nós, gostam de andar ao ar livre. O Tejo é sempre boa companhia para uma caminhada em família. Assim foi o nosso domingo para os lados de Belém e das Docas. Uma visita ao Museu da Eletricidade (museu de ciência de base industrial e espaço onde ciência, tecnologia e arte se cruzam) para vermos a Ilustrarte 2016 e a oportunidade para descobrirmos a história da Central Tejo que vive nesse espaço ímpar do património histórico, industrial e arquitectonico Português.
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Regressamos a casa. Estacionamos na vila. O contraste é ernome. A calma. O silêncio. O céu repleto de estrelas.  Já de noite, é domingo, e eu regresso a Lisboa (que acabou para nós, mais uma vez, para recomeçar de novo um dia), com Adília Lopes.

“Lisboa

Cidade branca
semeada
de pedras

Cidade azul
semeada
de céu

Cidade negra
como um beco

Cidade desabitada
como um armazém

Cidade lilás
semeada
de jacarandás
Cidade dourada

semeada
de igrejas

Cidade prateada
semeada
de Tejo

Cidade que se degrada
cidade que acaba.

Adília Lopes, in Poemas Novos, 2006

OLHA A BANDA FILARMÓNICA…

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A TOCAR NA MINHA RUA…

Primeiro foi a pandeireta para o bebé agitar. Depois a flauta para a aula de expressões na escola. Entretanto uma guitarra a sério (que já foi substituida porque foi roubada de porta aberta no carro) para o Salvador.

Este Natal a família ofereceu à família dos instrumentos mais dois: uma guitarra, desta vez pequena e de brincar, para enorme alegria do Salomão que durante uns dias dormia com ela a tudo, e um saxofone para o Sebastião não ficar fora da banda. Um dia em que a paixão do Salomão era para partilhar com os amigos a exitação foi tanta que um amiguito a partiu sem querer. Foi a desgraça do menino. Nada que um avô habilidoso não resolva. Veio como nova e a coisa compôs-se de novo para alegria de todos. Este fim de semana acordámos com mais uma surpresa na sala: o pai trouxe um acordeão comprado na feira por uma amiga. É lindo, tem um som jeitoso e parece bem afinado. A sinfonia começou a encher a casa. No domingo saímos à rua e foi um tal de FON FON FON.
Uma animação na rua do Benavente.
Só (ou)visto, dizia um dos músicos!

Mas ele(s) toca(m) fon-fon-fon-fon/E é a fanfarra que eu sigo./Se o amor é fon-fon-fon-fon/Que se lixe o romantismo!

acordeão

“Olha a banda filarmónica,
A tocar na minha rua.
Vai na banda ó meu amor
A soprar a sua tuba.
Ele já tocou trombone,
Clarinete e ferrinhos
Só lhe falta o meu nome
Suspirado aos meus ouvidos.

Toda a gente fon-fon-fon-fon
Só desdizem o que eu digo:
“Que a tuba fon-fon-fon-fon
Tem tão pouco romantismo”
Mas ele toca fon-fon-fon-fon
E o meu coração rendido
Só responde fon-fon-fon-fon
Com ternura e carinho.

(…)”
DEOLINDA – FON-FON-FON

CASAS // NOTAS SOLTAS

Gosto de observar.
O céu. A natureza. As pessoas. As ruas. As casas. A organização do espaço público e a utilização que as pessoas fazem dele. Ultimamente, dou por mim a deter-me nas casas da minha vila, das vilas vizinhas e por onde vou passando. Do que o meu olhar alcança, quando passo de carro, a pé ou de bicicleta, à semana e ao fim de semana, nas várias horas do dia, o que vejo é na sua grande maioria casas fechadas (que imagino) com gente lá dentro, certamente. Em muitos casos, já não são só casas, são os anexos e as coberturas que os ligam e que fazem um todo gigante onde as pessoas vivem cada vez mais longe do céu, da luz natural, mais próximas de um enorme casulo em que as casas se foram tornando. 

Do lado de fora observo os gradeamentos a subir, os muros a crescer (à frente, para os lados e para trás). Parece que há cada vez mais necessidade de afirmar o nosso quinhão, de desenhar no território o nosso minifúndio, de nos protegermos contra o outro e o alheio, seja lá o que for isso…(animais, pessoas, ervas, etc…),

(continuando a observar)
Na frente das casas há (quase sempre) jardins e várias janelas com estores ou portadas, praticamente sempre fechados ou de cortinas corridas. De manhã, ao almoço e durante o dia. À semana e ao fim de semana (quase) não se vê vivalma. À noite raramente uma luz anuncia gente ou vida por ali, mesmo imaginando que ali à frente, numa daquelas janelas haja quase sempre uma sala. São rarissimas as casas em que à noite se observam iluminadas. Onde estão as pessoas? Quantos espaços comuns têm hoje uma casa?

(continuando a observar)
Na frente destas casas varandas e jardins em quase todas. Em muitas ainda lajetas e passeios com carreiros e fontes até à entrada principal. Creio que estão em vias de extinção as pessoas que utilizam esta porta diariamente. Hoje a grande porta é a da garagem, depois haverá a porta próxima da garagem e que entra pela traseira da casa, normalmente para uma cozinha ou pátio do coberto ou as escadas que saem da cave para a casa.
(Quantas pessoas observam o sol ou as estrelas quando entram ou saem de casa? Quantas crianças se habituam a sentir o frio matinal ou a brisa de Primavera às primeiras horas dos dias?)

(voltando a sair ao jardim e às varandas)  
Não me lembro de avistar pessoas nas varandas desses jardins, à exceção dos dias da visita Pascal e dos dias de procissão na vilas e mesmo nestes creio que já tivemos varandas mais vistosas…

Porque continuamos a fazer casas com varandas se não servem para por cadeiras e bancos, para nos sentarmos ou reunirmos a família e os amigos, pelo menos uma vez por mês a apreciar o céu, quem passa ou os miúdos a brincarem? (sim, eu sei, agora fazemos churrasqueiras e terraços e levamos as varandas para as traseiras; à custa disto, em qualquer altura do ano a sensação que tenho é que vivemos rodeados de casas fantasmas…)

[Agora penso e sorrio para dentro: os domingos à tarde sentada com os meus avós no banco de pedra da sua casa na Praça ou de olhos colados à janela do 1º andar a anotar cada passo dos vizinhos e as horas tardias que a minha avó registava deste e daquele que “não tinham idade para andar na rua a fazer marotices”…saudades desses momentos em que a rua nos era tão familiar e a fronteira entre uma e outra era ténue porque a rua também era a nossa casa]

Porque continuamos a desenhar a distribuição dos compartimentos das casas da mesma forma quando já tanto mudou na forma como organizamos as vidas, as rotinas e a utilização que fazemos dos espaços privados?
Para que servem as janelas da frente se raramente ou nunca nos deteremos sobre aquilo que aquele retângulo nos deixa alcançar?
Não sei se haverá forma tão mágica de adormecer como a saber que há um imenso céu estrelado a velar-nos o sono.

Dou por mim a pensar como seria interessante (e possível,) a ideia de viver numa espécie de residência familiária ou condomínio familiar com as pessoas que me são mais próximas…poupar em contratos de energia, gás, resíduos sólidos urbanos, comunicações, partilha de eletrodomésticos, fazer escalas e poder cozinhar apenas uma ou duas vezes por semana, e viver em família alargada (com a possibilidade de adormecer com os avós sempre que apetece ou tomar o pequeno-almoço com os pais) mais do que 30 ou 40 dias por ano?

Às vezes tenho a sensação que grande parte das pessoas vive em bunkers em vez de casas?
Será?
Impressão minha?

FRIDAY NIGHT

O fim de semana parece maior quando terminamos a semana com uma das nossas atividades favoritas: conhecer, apreciar e descontrair entre actividades de criação, formação e difusão.  Umas mais nobres e interessantes que outras, mas todas relevantes para o investimento que estamos dispostos a fazer para o nosso exercício diário de conquista da liberdade.

Num programa de sexta-feira à noite sem filhos coube EXPOSIÇÃO & TEATRO para admirar ainda mais o trabalho e o percurso de um homem extraordinário  – João Garcia Miguel – e terminar a noite a rir à gargalhada com Plaza Suite (que também consta da agenda do Quartel das Artes de maio): peça escrita pelo americano Neil Simon, no final dos anos 60, bem adaptada aos dias de hoje e à realidade portuguesa por Luísa Costa Gomes, em que todas as palavras têm o tempo exato e estão no sítio certo e cujo texto conta com o talento de interpretação da dupla Diogo Infante e Alexandra Lencastre. Bom para descontrair…

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Abriu ontem ao público, no Centro Cultural de Ílhavo, a exposição “HOW TO DO THINGS WITH BODIES” do artista plástico e encenador João Garcia Miguel – artista convidado do município para 2016. Depois de em novembro ter apresentado o espetáculo “Três Parábolas da Possessão”, a Companhia João Garcia Miguel deverá ficar por Ílhavo em 2016 com residências artísticas, workshops e apresentações de trabalhos, eventualmente noutros locais do municipio que integram a rede de equipamentos que este ano se completa com a recente inauguração do Centro Centro Sociocultural (Costa Nova) e para breve da abertura do Teatro da Vista Alegre, segundo referências feitas na abertura desta exposição.

Na abertura da mostra o autor fez uma visita guiada onde foi referindo a pluralidade que sempre o habitou e que resultou num percurso entre a pintura, a arquitetura e as artes performativas. A exposição revela isso mesmo –  as múltiplas faces de uma mesma obra de João Garcia Miguel cuja base radica nas artes visuais: a obra plástica do pintor, escultor e poeta de imagens de sonho, assim como a obra plástica dentro das artes cénicas e performativas de um encenador, escritor e criador de experiências vitais.
Para esta exposição que no ano passado já esteve em Óbidos, João Garcia Miguel produziu algumas obras provocadas pelo território ou especificamente idealizadas para o espaço que a acolhe. Como a instalação e as telas, ambas no no foyer do CCI ou as três embalagens de terra que ocupam a centralidade da área expositiva.
ExpoJoaoGarciaMiguel“Em tudo aquilo que faço, encontro a crença que existe algo que corre por dentro das coisas, que as une entre si. Há uma luz fugaz que paralisa esses instantes que persigo e que escapam. Talvez por isso os continue a perseguir obstinada e repetidamente – sempre. Estas obras são testemunhos dessas visões, dessa luz do espírito, dessa energia que sem cessar percorre todas as coisas com que nos deparamos. Seja um gesto, o voo de um inseto, a luz que se espalha na superfície do mar, os fantasmas que nos rodeiam, o vento nas árvores ou as estrelas longínquas num céu noturno, tudo está ancorado nessa força, nessa vida que sobrevoa, nesse enigma que nos levanta e nos atira não se sabe para onde: o inconsciente de que somos feitos por cima e por baixo de todas as coisas.”
João Garcia Miguel
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MAIS FILMES…

A lareira convida e os serões de inverno continuam a ser de filmes e séries. Este fim de semana vimos “Miral” (Julian Schnabel’s fourth feature film, based on an autobiographical novel by Rula Jebreal, 2011), um filme baseado na obra homónima de Rula Jebreal que aborda o conflito palestino percorrendo meio século de conflito no Oriente Médio através de quatro gerações de mulheres numa região marcada pela raiva, conflito e guerra. Os destinos destas mulheres estrelaçam-se na busca frenética de esperança, da justiça e da reconciliação. Miral é um dessas mulheres que aos 17 anos é destacada para dar aulas num campo de refugiados e aí toma consciência da luta do seu povo, apaixona-se pelo ativismo político e divide-se entre esta luta e a crença na educação como o caminho para a paz.

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INSIDE-OUT-19Com os miúdos assistimos a “Divertida Mente” (Inside Out, 2015), uma comédia de animação para toda a família que conta com a assinatura de Pete Docter (“Monstros e Companhia”, “Up – Altamente”) e de Ronaldo Del Carmen.Um bom filme da Pixar, que aborda o conceito da psicologia da criança explicando-o de forma brilhante e divertida, transmitindo ao longo do filme várias mensagens positivas revela-se muito educativo para as crianças, nostálgico e assertivo para quem já é crescido.
Juntos embarcámos na viagem ao interior do cérebro de Riley, uma garota divertida de 11 anos de idade que enfrenta mudanças importantes na sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no estado de Minnesota, para viver em San Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, a Alegria, o Medo, a Raiva, a Repulsa e a Tristeza. No centro de controlo no interior do cérebro de Riley, são eles que a vão aconselhar ao longo do dia…
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